13 de agosto de 2010

sempre desconfiei dissos!




PP(pós-pixado): pra quem desconhece, a segunda frase é retirada de "Summertime", ária composta por George Gershwin (sim, inicialmente era uma peça para uma ópera), com letra de DuBose Heyward, mas que eu conheci por meio de uma versão jazzística dessa senhora aqui. Música ideal para ouvir no escuro de sua sala de não-estar, sem pensar em mais nada. E quanto ao Rosa, sem comentários! Ficam as sugestões.

PP2: tenho um medo danado de traduzir a menor frase que seja, quando o texto em questão é música/literatura, mas vá lá, "Tempo de Verão: viver é fácil..."

PP3: e eu sei que está tudo fora do contexto. é só pra brincar com as
palavras e as ideias que fazemos da vida, ok?

PP4: Em tempo, povo: desconsiderem minha tradução safada e ao pé da letra. Vide postagem auxiliadora da MCris

6 comentários:

Í.ta** disse...

ok!

eu adorei a do rosa.

e a inglês eu só senti, porque entender que é bom, nem pensar, haha.

abração!

Í.ta** disse...

regininha explicou os livros-sapo lá na entrevista
:)

Aninha Kita disse...

hehe Gostei! É bom assim organicamente, nem sempre precisa ser tudo encaixadinho.

Você mudou as cores do blog, não? Se não, desculpe, mas reparei agora. rs Está muito bonito! *-*

Beijos!
Ana

Moni. disse...

Valeu o gravitação das ideias só pela Janis cantando aqui pra mim.
Vem de dentro. E fica!

beijos,

Moni

mcris disse...

Oi, Eduardo!

Fiz o exercício de traduzir, sem compromisso, os versos do duBose heyward. Acabei comparando também o original com a versão da j.joplin, aqui:

http://quasemeiodia.blogspot.com/2010/08/vida-e-boa.html

e, se tiver tempo, dê uma olhada nesse dueto do mesmo porgy & bess:

http://www.youtube.com/watch?v=FvvX9spplb4&p=4947437857FF8B36&playnext=1&index=15

Acho que você vai gostar.

Abraço.

.

mcris disse...

Traduzir é bom: a gente pensa naquilo que está decifrando. Pensei assim: viver é fácil em algumas estações -- que são por definição passageiras. O verão retorna sempre mas a infância, com sua conotação de conforto e segurança, geralmente fica pra trás quando a gente abre as asas e vai abraçar os perigos da vida, na companhia sempre bem-vinda de figuras como o rosa.

Outro abraço.