18 de setembro de 2010

ele é um poeta imenso

ÁGUA DE CACHORRO

Daqui é que se vislumbra
que o mar é de cachorros d'água
- um enconstado no outro -

se um latisse
acordava

canoas

(Fernando José Karl)
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Li num pergaminho de astrofísica antiga

que à página 161 de qualquer livro há um grego que
súbito
vira para trás
e
nos
coloca
na palma da mão
uma
pérola
de ouro

(também do Karl)

ps: hoje, dia 26/09/2010, acrescentei este último poema, extraído lá do site germinal literatura, como o primeiro. é inédito; ainda não está num livro. por isso, boto aqui.

3 comentários:

Anônimo disse...

eduardo! tudo bom?
de que livro é esse poema?

abraçon

enzopotel@yahoo.com.br

Í.ta** disse...

acordar canoas.

bah!

Anônimo disse...

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